Embretados

Os Monarcas

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    De vez em quando uma saudade redomona
    Relincha aflita no meu peito de campeiro
    Daí então encilho versos na cordeona
    Desconsolado em meu refúgio povoeiro

    Mateando só nesse entreveiro de estranhos
    Eu me pergunto qual será a realidade
    Se aquela vida de campanha foi um sonho
    Ou se perdido ando sonhando na cidade

    Continúa después del anuncio

    (Mas nessas horas doloridas de recuerdos
    Eu me emborracho de cantigas e poesias
    E nessas noites quando me sinto alpedo
    Me vou bem cedo pro balcão das pulperias)

    Pois como eu há tantos outros extraviados
    Que se encontram no exílio de um galpão
    Pra conspirar contra o destino instaurado
    Bebendo acordes de cordeona e violão

    E aqui estamos companheiros desgarrados
    Desiludidos com a ganância das estâncias
    Vivendo assim dessa maneira embretados
    Num aramado intransponível de lembranças

    Información de la canción

    Composición: Bruce Vaine De Souza Darde, Gildinho y Luiz Lanfredi

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