Mateando e Pitando

Os Monarcas

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    De vez em quando, bate na ideia da gente
    Uma vontade de reviver o passado
    Vou pela estrada visitar algum vivente
    Matar a saudade que há muito me tem judiado

    Sorver um mate no rancho de um velho amigo
    Botar em dia os assuntos do rincão
    Falar de festa, baile xucro e cantoria
    São essas coisas que me alegram o coração

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

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    De sul a norte, pelos caminhos que passo
    Sou abençoado quando vou e quando venho
    Ajojo o apreço quando recebo um abraço
    Chegando ao rancho desses amigos que tenho

    Essa cultura que hermana esses campeiros
    Eternizando a convivência do gaúcho
    Ser recebido num estilo galponeiro
    Num velho rancho onde o chique é não ter luxo

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

    Prepara o mate, companheiro, que logo tô dando oh! De casa aí

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

    Mateando e pitando na beira do fogo
    Roncando uma gaita, ponteando um violão
    O vento que sopra na quincha do rancho
    Provoca arrepios trazendo inspiração

    Información de la canción

    Composición: Joao A. Dos Santos y Mario Nene

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