Alma No Arreio

Os Serranos

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    Nesses fundões onde o campo se alarga
    Foi que nasci e me criei enforquilhado
    Ajojadito no lombo de um ventena
    E vim pro mundo pra dar pau em aporreado

    Começo a lida sempre ao clarear do dia
    E, por parceiro, um cusco amadrinhador
    Quando o veiaco tenteia a perna do freio
    Salta na frente lhe mostrando o corredor

    Ah! Vida baguala
    Ah! Que cosa buena
    Vivo lidando no lombo destes cavalos
    Alma no arreio e a coragem nas chilenas

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    Ah! Vida baguala
    Ah! Que cosa buena
    Vivo lidando no lombo destes cavalos
    Alma no arreio e a coragem nas chilenas

    Eu trago a aurora refletida nas retinas
    Cantos de galos pra enfeitar as madrugadas
    Xucro atavismo de quem tem os pés no estribo
    Por ser da tribo dos que lidam com a potrada

    Trago a xucreza e a rebeldia gaúcha
    Nesta minha sina de viver sempre montado
    É uma relíquia que Deus me deu de presente
    De andar no mundo, no arreio, sempre grudado

    Ah! Vida baguala
    Ah! Que cosa buena
    Vivo lidando no lombo destes cavalos
    Alma no arreio e a coragem nas chilenas

    Ah! Vida baguala
    Ah! Que cosa buena
    Vivo lidando no lombo destes cavalos
    Alma no arreio e a coragem nas chilenas

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