Canto Aporreado

Os Tiranos

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    Quando se apeia a inspiração, musa campeira
    É qual tropilha retouçando a Deus dará
    E o verso arisco que do peito abre a porteira
    Campeia a gola do ponchito-bichará

    Então galopa amuntada em ventanias
    A devoção de um cantador que pirilampo
    Pinta de estrelas o treval das melodias
    Mostrando ao mundo o que sente pelos campos

    Esta é a força do atavismo que conheço
    E traz a essência mais crioula do galpão
    Pois um gaúcho às paixões não bota preço
    Porque não vende o que nasce ao coração

    Continúa después del anuncio

    E pela estrada da memória, em recorrida
    Por ser mascate das canções, com encomendas
    Sempre semeio nos cantares paz e vida
    Dizendo aos jovens que este amor nunca se venda

    Dá-lhe Rio Grande, arrocinaos desalentos
    E imita a chispa de um foquito galponeiro
    Subindo aos ares pra alumiar os sentimentos
    que se derramam pelos dedos do gaiteiro

    Esta é...

    Información de la canción

    Composición: Angelo Marques, Ricardo Marques y Lauro Simoes

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