Venta Rasgada

Os Tiranos

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    Alço a perna na torena
    e mando abrir a porteira
    O meu mango sobe e desce
    como pau de lavadeira
    Reiúno tem que ser tigre
    para me sacar dos meus cacos
    Quando a espora deixa guejas
    da "minha marca" no sovaco

    Os meus cravos bem afiados
    sacam longas da paleta
    Com o beiçudo campo a fora
    bufando e dando gambeta
    Vem com a vida segura nos
    tentos do cabrestilho
    E à virgem que me acompanha
    na cabeça do lombilho

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    No que cruzou do açude já
    tinha pasto nas ventas
    Com os olhos rubrus de sangue
    e adivinhando tormenta
    Mirou a costa do mato e
    enveredou para o passo
    Se esquivando das "prateadas"
    com patada e manotaço

    Quando me apeio no rancho
    depois no causo passado
    O potro outrora ventena,
    vem pastar no meu costado
    Parece entender que a Dona
    faz parte da dura lida
    E ensina homem e cavalo
    as duras penas da vida

    Información de la canción

    Composición: Walter Morais y Dejair Barreto Silva

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