Am Braseiros no pensamentoE7 Escarcéus no coração Tem a inconstância do ventoAm E as rédeas soltas na mão São potros em reboldosaE7 Em penca desenfreadaDm Am Vêem o mundo cor-de-rosaB7 F E7 E tem a paixão da estradaDm Am Não há quem lhes ponha arreiosDm Am Trazem cismas de bagualF Am São moços não usam freioB7 E7 A Am Maneia, canga ou buçalA (Mas a vida em seu galopeF#m Bm Não dá alce e corcoveia E ensina que andandoE7 A A trote a rodada é menos feia.) introduçãoAm E então qual fruto maduroE7 Que não cai longe do pé Vão desfraldando futuroAm Mesclando razão e fé É a vez de plantar raízesDm Ser semente germinarG7 Ir pincelando matizesC E7 Am Por onde quer que se andarA7 Tomara que o frio do invernoDm Não me pegue distraídoAm E não me apodreça do cernoB7 E7 A Morrendo... sem ter vivido
A Trote
Oswaldir e Carlos Magrão
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