C Olha o douradoG7 Que bateu no espinhelC Trás a canoa que rio fundo não dá péG7 Esta cantiga é muito antiga, é muito amigaC E me acompanha desde o dia que nasciGm C7 F Leva a canoa quando eu saio noite a foraC G7 C Pescando estrelas no uruguai ou no ibicuíG7 Olha o dourado que bateu no espinhelC Trás a canoa que rio fundo não dá péG7 Ela é remanso, é cachoeira, é lua cheiaC Ela é piava, ela é dourado, é surubiGm C7 F Ela é o espanto do piá que a vez primeiraC G7 C Tirou das águas para o solo um lambariG7 Olha o dourado que bateu no espinhelC Trás a canoa que rio fundo não dá péG7 É o pão na mesa para a fome de quem pescaC O peixe arisco da aventura que há de estarGm C7 F Na voz humilde de quem canta esta cantigaC G7 C Sem outro sonho que não seja o de pescar
Cantiga de Rio e Remo
Oswaldir e Carlos Magrão
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