O Colono
Oswaldir e Carlos Magrão
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Tono:
E B Não ri seu moço daquele colonoA E Agricultor que ali vai passandoB Admirado com o movimentoE Desconfiado lá vai vai tropicandoB Ele não veio aqui te pedir nadaA São ferramentas que ele andaE comprandoB Ele é digno do nosso respeitoE De sol a sol vive trabalhandoB Não toque flauta não chame de grossoA G#m F#m P'ra te ali mentar na roça estáE lutandoContinúa después del anuncioE B Se o terno dele não está na modaA E Não é motivo p'ra dar gargalhadaE B Este colono que ali vai passando éE um brasileiro da mão calejadaB Se o seu chapéu é d' a aba compridaA ele comprou eE Não te deve nada é um roceiro queB orgulha a pátriaE Que colhe o fruto da terra lavradaB E se não fosse esse colono forte tuA G#m F#m E ias ter de pegar na enxadaB E se tivesse de pegar na enxadaA E queria ver-te mocinho modernoB Pegar no coice de um arado nove eE um machado p'ra cortar o cerno eB Enfrentar doze horas de sol umA E verão forte tu suava o terno tirar oB Leite e arrancar mandioca e mês de julho no forte doE Inverno tuas mãozinha finasB A G#m F#m delicadas criava calo virava umE infernoE B Este colono enfrenta tudo isto eA E muito mais eu não disse a metadeE B Planta e colhe com o suor do rosto p'ra sustentar nos aqui naE CidadeE B Não ri seu moço mais deste colonoA E vá estudar numa faculdade tire oB Dr chegue lá na roça repare láE quanta dificuldade façaB A Algo por nossos colonos que deusG#m F#m E lhe pague por tanta bondade