Farinhada Festiva

Ozuê

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    Ah mais que saudade tenho, da fazenda que eu amava
    Plantação também engenho que água gentil rodava
    Os escravo já liberto, lá no “Frias” trabalhavo
    Replantando em campo aberto, os alimento que faltavo
    Caranguejo em vasto mangue, a noitinha se caçavo
    Maruins sugavo sangue, das escrava que cantavo
    Os produto da lavora, se embarcavo nas canoa
    E nas tarde carma e lora, navegavo na “Gamboa”
    Nas Farinhada Festiva, convidavo-se os vizinho
    Pra se esquece da ativa e se mergulha no vinho
    Enquanto o engenho rodava, moendo a cana colhida
    Outra leva frabricava a cachaça bem curtida
    Quando a noite ia chegando, toda bela igual rainha
    Mulherada ia raspando mandioca pra farinha
    Mas faltando a radiola, no meu vestido de chita
    Danço ao som de uma viola, ou “fandango” ou “chamarrita”
    Com tamanco de madeira, os homi sapateavo
    E as moça namoradeira, as modinha elas cantavo
    Já no claro da aurora, se subia nos barranco
    Se alcançava a qualquer hora, a cachoeira do “Ronco”
    E nas água limpa e fria, nua me punha a banhar
    Deixava o resto do dia, inteirinho pra te amar
    É dessa terra que eu quero lembrar
    Quero aurora colorir esse lugar

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    Información de la canción

    Composición: Clara Mendes, Ester Simon Alano y Tharyn Stazak De Freitas

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