Amor Leviano

Parrerito

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    Existe uma luz quase morta
    No final desta rua
    Lugar onde os pobres de amor
    Vão comprar seus delírios
    Lugar onde comercializam
    O amor e a paixão
    Onde vendem afagos
    Feito só de ilusão
    Onde compram o amor pra acalmar os martírios

    Lá se faz de tudo para ter os momentos de felicidade
    É o recanto do amor, da paixão e a maldade
    Paraíso daquela que se fez mariposa
    Cada uma um passado, se vendeu porque quis ou por necessidade
    Tem mulher de mentira, tem mulher de verdade
    Até quem foi honrada no papel de esposa

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    Ali mora alguém que roubou minha felicidade
    Alguém que aos pés do altar dei o meu sobrenome
    E hoje naquele ambiente vivendo outra vida
    É amante, é amada, é a mulher preferida
    Pela intensa volúpia que concede aos homens

    Mas se acaso a vejo, sinto ódio e desejo, não dá pra explicar
    Sinto o seu perfume bailando no ar
    Embriagando minha alma, mergulhada no engano
    Mas volto à real e não tiro a razão de alguém ser o que quer
    Mas falando de quem foi a minha mulher
    Eu carrego a vergonha desse amor leviano

    Información de la canción

    Composición: João Bosco, Romanito y Parrerito

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