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    Amaldiçoado pelo seu passado
    Um homem foi condenado
    Rejeitado por Deus e pelo diabo
    Retornou de onde foi enterrado

    Ô, Corpo Seco!
    Ô, Corpo Seco!

    Em decomposição saiu do túmulo
    Vagando pela estrada sem rumo
    Buscando uma vítima para agarrar
    E o seu sangue inteiro sugar

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    Ô, Corpo Seco!
    Ô, Corpo Seco!

    De dia se esconde pelas árvores
    Ficando quase camuflado
    Com sua pele dura e ressecada
    E ataca livre na madrugada

    Ô, Corpo Seco!
    Ô, Corpo Seco!
    Ô, Corpo Seco!
    Ô, Corpo Seco!

    Información de la canción

    Composición: Augusto Souza e Icaro Maranhao

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