Black Bloc Na Caatinga

Paulinho Tó

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    O cenário é de miséria e abundância
    Uns tem fome e outros jogam fora
    É uma bomba relógio e chega a hora
    Que a paciência se esgota e salta a ânsia
    Com fúria de cão e mira de ciclope
    Surge um homem jovem e pobre que se vinga
    Imagine um black bloc na caatinga
    E um cangaceiro solto na metrópole

    Ele acende o pavio do lampião
    Mais à frente do coquetel molotov
    No momento enfurecido o sangue sobe
    Sem projeto, sem cabeça, mas com razão
    Segue o bando sorrateiro e assim se move
    Um forasteiro sem coragem toma pinga
    Imagine um black bloc na caatinga
    E um cangaceiro solto na metrópole

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    O cangaço c’est fini virou história
    É um episódio da vitória da nação
    Que na base do balaço e do canhão
    Foi pra baixo do tapete da memória
    Mas um dia a história vomita e alguém se bole
    Aí é pedra, ferro e fogo na moringa
    Imagine um black bloc na caatinga
    E um cangaceiro solto na metrópole

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