Na Morada da Serra

Paullo Costa

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    Se me convidam nalguma volta na estrada
    Pra tomar mate para alguns dedos de proza
    Tenho certeza meu destino está bem perto
    Estou chegando na minha Carlos Barbosa
    Que Terra Buena Esta das Bandas da Serra
    Roça carpida pela mão do criador
    Que vai semeando pelo alto e pelos vales
    Gente que lida pra mostrar o seu valor

    Lá eu respiro o ar mais puro deste mundo
    Cheirando à verde as lindas flores do caminho
    Tenho Certeza do abraço dos amigos
    Que já me esperam com um sorrisos e um bom vinho

    Carrego o peso que muitas vezes me dobra
    Quanto mateio nas manhãs de chuva fina
    É uma saudade que sabe ferir bem fundo
    Que vem cortando como fio de Tramontina

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    E pego o rumo qual pingo mirando as casas
    E apresso pra passo para ver minha família
    Tem uma força que me puxa que é um feitiço
    Para o aconchego do poncho da dona Dilia
    Terra famosa do queijo e do futsal
    Representantes do sabor e da alegria
    Nas festas Buenas pra reunir a gauchada
    Que quer a paz para viver em harmonia

    E há tanta história na memória de sua gente
    Que sempre soube do valor da tradição
    E até o passado vem chegando pelos trilhos
    Soando apitos e um sino lá da estação

    Carrego o peso que muitas vezes me dobra
    Quanto mateio nas manhãs de chuva fina
    É uma saudade que sabe ferir bem fundo
    Que vem cortando como fio de Tramontina

    Información de la canción

    Composición: Paullo Costa y Olavo Loreto

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