O Crioulão

Peão e Praense

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    Eu não devia ter emprestado meu carro
    Para sujar todo de barro e ficar todo amassado
    É o que dá emprestar um carro novo
    Fino igual casca de ovo a um amigo descarado

    Pegou meu carro e por aí foi esnobar
    Bateu e pra não pagar diz que a lei é incorreta
    O sem vergonha rachou meu carro no meio
    Botou a culpa no freio tirando o dele da reta

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    Ah! Ele vai ter que me pagar
    Ah! Se vai
    Paga ou entra no porrete
    Só de ver o negão que vai cobrar
    Dá pra ele imaginar o tamanho do cassete

    O safado encheu a cara de cachaça
    Foi dar volta lá na praça dirigindo só de cueca
    No meu carrão dando uma de importante
    Com uma mão no volante e outra na perereca

    Tinha mulher até em cima do motor
    No embalo do licor dançando samba e xaxado
    E de repente foi aquela cacetada
    Que espalhou a mulherada por tudo quanto foi lado

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    Composition: Praense and Pinhalão

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