Sopro

Pecaos

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    Tô tendo sonhos que me trazem de volta pra casa
    E pesadelos que me impedem de dormir
    Minha presença aqui faz ausência lá
    Porque a gente sente e quase nunca fala

    As vezes penso nela e não admito
    Algo sobre a temperatura dos livros
    Do zero ao um cabe o infinito
    E toda vez que aprendo esqueço alguma coisa

    Ou pelo menos acho que esqueço isso
    Mas quando boto em prática a teoria é outra
    Se um dia foi fácil eu já nem me lembro
    Só que não me rendo por isso me ascendo

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    Preciso de um emprego que me pague bem
    Também quero sossego e quem disse que tem
    Pra sorte de vocês eu não sou vingativo
    Não posso dizer o mesmo sobre meus amigos

    Mesmo sendo arriscado tem que bote a cara
    E por trás desse cara tem um coroa
    Que enquanto ele não volta espera acordada
    Com a TV ligada no sofá da sala

    Arrependimento aparece só depois que perde
    O que antecede mas se procede como culpa
    Sem oportunidade de pedir desculpa
    Nada é possível até que acontece

    Desistir é pra quem pode, não tenho esse luxo
    Eu direciono ódio, não é um personagem
    Claro que tá de boa, até alguém rodar
    E depois que a bomba explode todo mundo foge

    Song details

    Composition: Pedro da Cunda Alonso

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