Jardim de Poetas

Pedro Barroso

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    Falei-te sem querer
    De coisas belas
    Como quem abre janelas
    Para lá do horizonte

    E tu sem saber lá tricotares
    Um romance de palavras
    Sem certezas nem futuros
    E tu sonhares no areal
    Como um jardim de poetas
    Superiores e verticais
    Em rigor nunca existiu

    E tu como se fosse há vinte anos
    Subiste ao alto das rochas
    Lá onde pousam as gaivotas
    Subiste ao alto das dunas
    Onde o vento te possui

    Cresceu-te no peito um mar de prata
    Como se eu fosse alguma vez isento
    Como se eu fosse acaso
    Alguma vez na vida a perfeição

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    Mas quando te contei coisas de mim
    Daquelas coisas grandes cá de dentro
    Caíste em ti no sonho do jardim
    E fiz-te então amiga esta canção

    E tu ainda sonhas no areal
    Um jardim de poetas
    Superiores e verticais
    Que em rigor nunca existiu

    E tu como se fosse há vinte anos
    Sobes ao alto das rochas
    Lá onde pousam as gaivotas
    Sobes ao alto das dunas
    Onde o vento te possui

    Cresceu-te no peito um mar de prata
    Como se eu fosse alguma vez isento
    Como se acaso eu fosse
    Alguma vez na vida a perfeição

    Mas quando te contei coisas de mim
    Aquelas coisas grandes cá de dentro
    Caíste em ti do sonho e do jardim
    E fiz-te então amiga esta canção

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