Em G Entre os olhos da casa grandeD E as preces da capela La vem ela Com sangue negroEm Nos punhos da mão Eu sei que tu ésD Um leal coronel, Fidera E os teus olhos inundamEm Em D O Seco do mar do sertãoEm D Tu és a ferida que lampião não curouEm Corpo que o boqueirão já banhouEm D Tu és a ferida que lampião não curouEm Corpo que o boqueirão já banhouEm G Entre o medo e a liberdadeEntre as bordasD Da tua saia amarela Estão os olhos de um homemEm Que um dia se refugiou Por entre as veredasD Fugindo do estribo das celas Tu es lenda, é mitoEm No Canto de um cantadorEm D Tu és a ferida que lampião não curouEm Corpo que o boqueirão já banhouEm D Tu és a ferida que lampião não curouEm Corpo que o boqueirão já banhouC Que o o boqueirão já banhouG Foi além do cangaçoD E dos engenhos Do bacamarte nas mãosC De um jagunço dominadorG Por todas as doresD Que eu chorei no caisAm As lendas vibram demaisC Nas cordas no canto de um cantadorG D Tu és a ferida que lampião não curouAm Corpo que o boqueirão já banhouC Que o o boqueirão já banhouG D Tu és a ferida que lampião não curouAm Corpo que o boqueirão já banhouC Que o o boqueirão já banhou
Fidera
Pedro Falcão
- Am
- C
- D
- Em
- G
Continúa después del anuncio
Tono: