[Intro] G D7 GG D7 G Vou contar uma bailanta que existiu no meu pontãoD7 G Indiada do queixo roxo que nunca afrouxou o garrãoD7 G Vinho curtido em barril e cachaça de borrachãoG D7 G Os gaiteiros que eram buenos davam amostra do panoD7 G Do Carlito e o Desidério o Vinicius e o BibianoD7 G Cambiando com o Juvenal no velho estilo pampianoG D7 G Dona China passou rouge e ajeito bem o cocóD7 G Cruzou o jaguapassou e lavo os pé no JaguacengóD7 G Na bailanta do Tibúrcio balançava os mocotóG D7 G Lembranças que são relíquias do meu tempo de guriD7 G Os pares todos bailando coisa mais linda eu não viD7 G Um agarrado no outro pra modo de caíG D7 G E la pela madrugada bem na hora do caféD7 G Dom Tibúrcio mestre sala gritava batendo péD7 G Agora levanta os homem para come as mulherG D7 G Milho assado era o catete plantado de saraquáD7 G Feijão preto debulhado abordoada de manguáD7 G Bóia melhor do que essa lhes garanto que não háG D7 G E La no velho Pontão linda terra de farturaD7 G Queijo, ambrosia e melado bolo frito e rapaduraD7 G Batata deste tamanho mandioca desta grossuraD7 G Mas que tempo é aquele tempo que se vivia felizD7 G Só a saudade restou la no garrão do paísD7 G Na bailanta do Tibúrcio vertente cerne raíz
Bailanta do Tibúrcio
Pedro Ortaça
- D7
- G
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