Paralise
Pertinência
Então vai
Me paralisa quando habita em minha mente
Me transformo em de bom moço a delinquente
Os olhos abrem, mordo a língua e ranjo os dentes
Corte a raiz do mal mas queime a semente
O cheiro é forte, a fumaça, arde meus olhos
O clima intenso, falo tudo o que sinto
Sacio o vício, minha coragem, meu castigo
Envenenado consumindo meu destino, então vai
E eu tentei ver o que eu tinha
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E voltar a ser o que eu era
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
Me paralisa quando habita em minha mente
Sonho acordado, vejo tudo diferente
Suave vem com um sorriso entorpecente
Envenenado, envenenado
Entra num coma que me abraça lentamente
A falsa calma que me deixa acordado
Realidade surge violentamente
Quem é o culpado?
Não há o culpado mais
E eu tentei ver o que eu tinha
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E voltar a ser o que eu era
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E o destino do homem será traçado pelo fato de querer viajar, relembrar o passado
Em querer decolar
Voar pelo espaço
E não querer mais parar
E buscar em todo seu medo, seu vício
E eu tentei ver o que eu tinha
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E voltar a ser o que eu era
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E eu tentei ver o que eu tinha
(Relembrar, olhar pra trás
E ver como é que eu era então)
E voltar a ser o que eu era