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    Abrem - se as portas fecham a saída
    Quebram - se as regras , a lápide das cinzas
    Fobia do estranhos , impostos da miséria
    Esgotos e jornais , o lixo da favela

    Cospem em sua cara impõem respeito
    A febre do poder ninguém te dá emprego
    Às margens degradantes o caos dos abrigos
    O sonho de viver e apaziguá - los

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    Torturam os coitados assistem a derrota
    Suor dos fuzilados inventam a história
    Começam a eleger um bando de indescentes
    Começam maltratar toda essa gente

    Não sabemos o que fazer
    Não precisa mudar, Não precisa chorar
    Não precisa nada disso não então?
    Não precisa nada disso

    Não é nada demais de ser quem somos...

    Información de la canción

    Composición: Gustavo Oliveira

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