Edmond Dantes

Phoenix

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    Na corrida impera
    Sendo justo e leal
    Carta coringa que te espera no lance final
    Das ruínas da guerra
    Equilíbrio mental
    Em meio a tiros de escopeta de granada e FAO

    Me traz o banquete de dollar
    Na case prata e o Corolla
    A essência a marola ao ritmo insano e frenético, não cola, não rola
    A brisa do mar me equilibra, me embriago ao som da batida
    Um trago de Cohiba e uma dose de rum Carta Blanca atiça as perigras

    Que é só nos guetos mesmos
    A voltagem regula o veneno
    Ser chefe supremo que conta as de cem, rivalidade vai vendo
    Vingança é um prato que se come a sete graus centígrados
    Conhecimento é a chave mestra contra os inimigos
    Em um clique, um, dois, três, e pra quem é a bola da vez
    Jogo de xadrez, a torre em alerta, aciona as peças meus bem

    Sai no rasante camuflado ao Cadillac De Ville
    Bateu a chave no contato e na neblina nem viu
    No Portinari esconde a origem o Kamikaze moderno
    Patek Philippe no pulso, Armani com classe no terno
    Se é pra jogar, vamos de nove, mete a peita moleque
    De quarta marcha acelerando, esquiva do freio e do breque

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    Na corrida impera
    Sendo justo e leal
    Carta coringa que te espera no lance final
    Das ruínas da guerra
    Equilíbrio mental
    Em meio a tiros de escopeta de granada e FAO

    Eu voltei pique bumerangue, mais ardente que o inferno de Dante
    Cuspindo enxofre inalado durante a batalha dos índios nos Andes
    Entre o gelo e a tempestade, sob o olhar de assassinos covardes
    O medo te espreita e espera uma brecha, e o devora inteiro sem piedade
    A serpente na maldade, traições, lealdade
    Você descobre a verdade com a mira a laser das peças na fria cidade

    Entre becos e esquinas, e uma sombra na retina
    E o sorriso da hiena pintado em batom perfumados na rosas e orquídeas
    O terror cronológico, e o tempo é inimigo
    Eu sou bomba relógio, o ataque na night, colete cheio de explosivo
    Conteúdo corrosivo, e sem aviso de perigo

    Do mocinho ao bandido, em fração de segundos o trem descarrila no trilho
    Se na terra da garoa, chove sangue de nobres guerreiros
    O silêncio dos justos é a bala da Glock em alerta na reta do tiro certeiro
    E se pensou que era tarde, pôs cavalo a frente da carroça
    Então vai se foder, sou Edmond dantes
    Ta aqui os plaque, espada e rajada na cara pê tê

    Na corrida impera
    Sendo justo e leal
    Carta coringa que te espera no lance final
    Das ruínas da guerra
    Equilíbrio mental
    Em meio a tiros de escopeta de granada e FAO

    Información de la canción

    Composición: Phoenix

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