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Tono:
Bb C A dor da gente é dor de menino
F acanhado
F7 Bb Menino-bezerro pisado no curral do
C F mundo a penar
Bb Que salta aos olhos igual a um
C F gemido calado
F7 Bb A sombra do mal-assombrado é a dor
C F de nem poder chorar
Bb A7 Moinho de homens que nem girimuns
Dm amassados
Dm/C Bb Mansos meninos domados, massa de
C F medos iguais
Bb A Amassando a massa a mão que amassa
Dm a comida
Dm/C Bb Esculpe, modela e castiga a massa
C F dos homens normais
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Bb Quando eu lembro da massa da
F Bb F mandioca mãe, da massa
Bb F When I remember of "massa" of manioc
Bb Nunca mais me fizeram aquela
F presença, mãe
Bb F Da massa que planta a mandioca, mãe
Bb
F Bb A massa que eu falo é a que passa
F fome, mãe
Bb F A massa que planta a mandioca, mãe
Bb Quand je rappele de la masse du
F manioc, mére
Bb Quando eu lembro da massa da
F mandioca
F C7 F Dm Lelé meu amor lelé no cabo da
Gm C F minha enxada não conheço "coroné"
C F Eu quero mas não quero (camarão).
C F Minha mulher na função (camarão)
C F Que está livre de um abraço, mas
C F não está de um beliscão
Bb F C Torna a repetir meu amor: ai, ai, ai!
F Bb É que o guarda civil não quer a
C roupa no quarador
Gm C Meu Deus onde vai parar, parar
F essa massa
C Meu Deus onde vai rolar, rolar essa
F massa
Información de la canción

Composición: Raimundo Sodré y Jorge Portugal

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