Bb C F A dor da gente é dor de menino acanhadoF7 Bb C F Menino-bezerro pisado no curral do mundo a penarBb C F Que salta aos olhos igual a um gemido caladoF7 Bb C F A sombra do mal-assombrado é a dor de nem poder chorarBb A7 Dm Moinho de homens que nem girimuns amassadosDm/C Bb C F Mansos meninos domados, massa de medos iguaisBb A Dm Amassando a massa a mão que amassa a comidaDm/C Bb C F Esculpe, modela e castiga a massa dos homens normaisContinues after the adBb F Bb F Quando eu lembro da massa da mandioca mãe, da massaBb F When I remember of "massa" of maniocBb F Nunca mais me fizeram aquela presença, mãeBb F Bb Da massa que planta a mandioca, mãeF Bb F A massa que eu falo é a que passa fome, mãeBb F A massa que planta a mandioca, mãeBb F Quand je rappele de la masse du manioc, méreBb F Quando eu lembro da massa da mandiocaF C7 F Dm Gm C F Lelé meu amor lelé no cabo da minha enxada não conheço "coroné"C F C F Eu quero mas não quero (camarão). Minha mulher na função (camarão)C F C F Que está livre de um abraço, mas não está de um beliscãoBb F C Torna a repetir meu amor: ai, ai, ai!F Bb C É que o guarda civil não quer a roupa no quaradorGm C F Meu Deus onde vai parar, parar essa massaC F Meu Deus onde vai rolar, rolar essa massa
A Massa
Pierre Simões
- A
- A7
- Bb
- C
- C7
- Dm
- Dm/C
- F
- F7
- Gm
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