Não Aperta, Aparício!
Pierre Simões
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Tono:
F Aparício era um índio largadoC7 F morador lá da costa da serraC7 Malandrão muito namorador nosF fandangos lá da sua terraC7 Quando ia dançar vanerão só dançavaF bem agarradinhoC7 Era só na base do apertão e aF mulher reclamava baixinhoC7 Não aperta Aparício não aperta nãoF aperta Aparício não apertaC7 Não aperta Aparício não aperta queF esta história vai ser descobertaC7 Se o velho meu pai está espiando dáF peleia e dá morte na certaF C7 Certas horas o tal de Aparício foiF dançar uma vaneira marcadaC7 Convidou uma morena gorducha queF por ele estava apaixonadaContinúa después del anuncioC7 E o salão tava muito apertado eraF só naquele pega e puxaC7 Aparício dançava e pulava eF apertava a morena gorduchaF C7 Não aperta Aparício não apertaF não aperta Aparício não apertaC7 Não aperta Aparício não aperta davaF gosto de ver esta cenaC7 A morena empurrava o Aparício e oF Aparício puxava a morenaF C7 De repente o velhão da gorduchaF era um tal de Maneca PorpícioC7 Sapateava e gritava na sala hoje éF eu que aperto o AparícioC7 E traçou-lhe o tatu no candieiro eF o baile ficou no escuroC7 Só se ouvia cochichos de velhas eF mulher que gritava em apuroC7 Aperta Aparício aperta apertaF Aparício apertaC7 Não aperta Aparício aperta só seF ouvia gritar ala puchaC7 O Porpício apertava o Aparício e oF Aparício apertava a gorducha Não aperta Aparício não apertaC7 F aperta Aparício apertaC7 Não aperta Aparício não aperta queF esta história vai ser descobertaC7 Se o velho meu pai está espiando dáF peleia e dá morte na certaC7 Não aperta Aparício já parei