Raízes de uma Raça

Pingo Sargento

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    Ago, majestade negra
    Mãe África, raiz ancestral
    A alma chorava e a pele sangrava
    Ao ver seus filhos serem, matratados
    Escravizados pelas mãos do invasor
    Reis e rainhas nobres guerreiros
    Que se foram sem dizer adeus
    Um triste lamento ecoou
    O vento soprou cruzaram mares
    Em terras brasileiras desembarcou

    Berço quilombola, essência cultural
    Negrura aflora na pedra do Sal
    Bravura retinta se pôs a lutar
    Com sangue Mahin, Banto, Yorubá

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    Fincada raiz, encanto de realeza
    Tia Ciata herança da nobreza
    Yabá da pequena África
    Inspiração e acalanto
    Nos pés das cabrochas e de cada malandro
    Hoje a Raça Rubro-negra vem exaltar
    A cor que labuta por liberdade
    O samba ainda resiste na rua ou no gueto
    E traz poder pro povo preto!

    Sou resistência e peço: Agô!
    De punho cerrado, mostro meu valor
    A nossa Voz ninguém vai calar
    A Raça vem aí, e o bicho vai pegar!

    Información de la canción

    Composición: Carlinho Japona

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