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    Apartou-se da tropilha um zaino, crina comprida
    Num galope de alvoroço foi debochando da lida
    Esbarrou junto das tábuas na terra do mangueirão
    Deu cara-volta pro povo batendo um casco no chão

    Armaram-se as rodilhas, argolas e seus mandados
    Couro de boi tento a tento nas mãos do negro trançado
    Um a um ganhou o ar zunindo sobre os chapéus
    E um reboleio de laços pra terminar o tropel

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    Alguém de longe gritou, fez farra com o tirador
    E o zaino escarceando crinas, largou do seu partidor
    Primeira armada no chão, a segunda quase pega
    Terceira foi um buraco juntando potro e macega

    Foi como botar com a mão a armada do capataz
    Cerrou na volta dos pulsos e é bem assim que se faz!
    E o potro virou de volta trocando sua condição
    Quem derrubou tanta gente hoje conhece o chão

    Depois ergueu-se uma poeira e terminou o tropel
    E o capataz na outra ponta acomodou o chapéu
    Quem não viu, ouviu de longe laço tinindo e um estouro
    E o tombo foi o encontro da terra bruta com o couro

    Información de la canción

    Composición: Gujo Teixeira y Pirisca Grecco

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