Tropeando Lembranças

Porca Véia

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    Madrugada fria, lá fora, garoando
    Minuano soprando e eu solito aqui
    Já me levantei, aticei o fogo
    Me deitei de novo e não posso dormir

    O meu pensamento saiu campo a fora
    Não voltou embora pra mim descansar
    Anda por aí, tropeando lembranças
    Às vezes, menino, às vezes, criança
    Às vezes, a sorrir e às vezes, a chorar

    O que será que falta pra um coração velho
    Que bate aqui dentro deixar de sofrer?
    Sempre tenho uns troquinhos, não falta carinho
    Se vivo sozinho é por meu querer

    As minhas melenas vão entordilhando
    Os anos vão passando e me fazem pensar
    Andar devagar, parar e prosear
    Apear e matear quando alguém convidar
    Andar devagar, parar e prosear
    Apear e matear quando alguém convidar

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    Tristeza que me judia
    Ô! Saudade impertinente
    A gente morre de velho
    E ela morre c'o a gente

    O dia amanhece, nada me apetece
    Isso até parece feitiço de China
    Ou será minha sina de viver tristonho
    Embalando um sonho que nunca termina?

    A vida é teatina e, aos poucos, ensina
    Que nem tudo rima e, as vez, se fraqueja
    Na escola do mundo, eu não tiro vermelho
    E pra esta saudade, eu não dobro o joelho
    E há de ter um jeito de acabar tristeza

    O que será que falta pra um coração velho
    Que bate aqui dentro deixar de sofrer?
    Sempre tenho uns troquinhos, não falta carinho
    Se vivo sozinho, é por meu querer

    As minhas melenas vão entordilhando
    Os anos vão passando e me fazem pensar
    Andar devagar, parar e prosear
    Apear e matear quando alguém convidar
    Andar devagar, parar e prosear
    Apear e matear quando alguém convidar

    Información de la canción

    Composición: Paulo Garcia

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