Homem-deus

Portifólius

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    Um homem morto de fome
    Ajoelhado sem nome
    A luz se acende mas some
    Ele não passa de um clone

    Não tem identidade, mas sonha
    Entre opressores sem-vergonha
    Pensam que é simples
    Todos viemos da cegonha

    E que a dor não importa
    Quando não se sente
    Homens sem mentes
    Nada inteligentes
    Se julgam tão à frente
    Os donos da semente
    Que plantam e colhem gente

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    Coisa indiferente
    Prepotentes doentes
    E plantam e colhem gente
    Coisa indiferente
    Prepotentes doentes
    E plantam e colhem gente

    Eu quero mais um feriado sem graça
    Para que eu possa criticar essa raça
    Um feriado com cara de domingo
    Só mais um dia perdido
    E os deuses estão rindo
    Planejando um novo mendigo
    E os deuses estão rindo
    Planejando um novo mendigo

    Manipulam mais um ser
    Que não tem o que dizer
    Não sabe o que quer
    Não sabe o que é viver
    Dizem que sabe o que fazer
    Se esforçam para entender
    No fundo tudo é poder
    Oh Deus, não me deixe pertencer (não!)

    Eu quero mais um feriado sem graça
    Para que eu possa criticar essa raça
    Um feriado com cara de domingo
    Só mais um dia perdido
    E os deuses estão rindo
    Planejando um novo mendigo
    E os deuses estão rindo
    Planejando um novo mendigo

    Información de la canción

    Composición: Diego Herbert

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