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    Agi por terror a me enganar
    Reproduzindo o abuso da minha mente aflita
    Até que a dor veio pra ensinar
    A não ignorar o mau que em mim habita

    Foi libertador poder me enxergar
    Depois que desliguei a lanterna da culpa
    E vi meu reflexo se desintegrar
    Virando uma serpente segurando uma fruta

    Eu fiquei pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
    Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
    Plena plena plena plena plena plena plena
    Só passei a viver depois que tirei minha venda

    Juro que os erros passados não vou esquecer
    Mas os problemas se esfarelam junto com a minha mente
    Ao ver o meu ego vir a falecer
    Descubro o sentido da vida e ele é pra frente

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    Provei do amor no gosto do ar
    O destino finalmente saciou sua pança
    Pois viu o tecido de tudo que há
    Falando com a duende que tirava uma panca

    Eu fiquei pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
    Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
    Plena plena plena plena plena plena plena
    Só passei a viver depois que tirei minha venda

    Não é sorteio ou acaso é sorte
    Se a carta que me escolhe é o arcano da morte
    Tecendo os fios da vida sem medo da partida
    Oh oh oh

    Um pântano de lama colorida e espessa
    Inundou minha caverna fria
    Trouxe a caveira pisando em cabeças
    E seu amor que recrio

    Me deixando pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
    Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
    Plena plena plena plena plena plena plena
    Só passei a viver depois que tirei minha venda

    Información de la canción

    Composición: Potyguara Bardo, Dante Augusto, Walter Nazário y Luisa Nascim

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