Badaladas do Mosteiro

Priminho e Maninho

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    Em busca da sorte saí caminhando
    No mundo vagando parei por aqui
    Eu sinto saudade da minha terra
    Do pé de serra onde nasci

    Perfume das flores da mata sombria
    Lá se ouvia a juriti e um sabiá na laranjeira
    A companheira junto de si
    Deixei meus parentes na terra querida
    Da prometida me despedi

    Vivo sofrendo amargurado
    Triste calado a meditar
    Esse martírio todo o momento
    No pensamento vem torturar

    Continúa después del anuncio

    Água rolando na cachoeira
    A noite inteira a murmurar
    Ouço acordado o som brejeiro
    Lá do mosteiro a badalar
    O galo canta, são quatro horas
    Vejo agora o dia clarear

    Saudade que vem, saudade que vai
    Não suporto mais, não vivo direito
    Às vezes em vão procuro alegria
    O trauma judia deste meu peito

    Sempre pensando tudo mentira
    A alma delira sonho desfeito
    Estrada que era tão espaçosa
    Cheia de rosa é um caminho estreito
    Meu coração não vai aguentar
    Preciso voltar não tem outro jeito

    Que viagem longa, não tive futuro
    Por Deus eu juro, toda perdida
    Amanhã cedinho viajo contente
    Ver os parentes e a prometida

    Passando a ponte da cachoeira
    Lá na porteira dou três batidas
    Se ela ouvir virá me encontrar
    Quero abraçar minha querida
    Por Deus eu juro, de lá não sairei
    Lá ficarei o resto da vida

    Información de la canción

    Composición: Maninho y Priminho

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