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    Na pele, no coro
    Do pé ao pescoço
    Serrando teu osso
    Vem pra derrubar

    Navalha na alma
    Bagunça as idéia
    Suga as energia
    Desequilibrar

    Aquilo que foi pensado, tramado, apontado e executado
    Aqui bate e volta, mandinga não pega
    Sem choro nem vela, já foi avisado
    Que o meu santo é forte, nem tenta a sorte
    Então fica ligeiro de olho no tempo
    O que é teu tá guardado e vai voltar

    Fere a alma
    Um parasita fraco
    Suga o indivíduo
    O torna submisso
    Injeta toda dor, rancor
    Não importa sua crença, classe ou cor

    Esses rostos sem faces omitem
    A verdade pra te envenenar
    São seres ancorados na mágoa
    Te puxando pra baixo pra se levantar

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    Na pele, no coro
    Do pé ao pescoço
    Serrando teu osso
    Tenta derrubar

    Na pele, no coro
    Do pé ao pescoço
    Serrando o teu osso
    Vem pra derrubar
    Mas nosso santo é forte, nem tenta a sorte
    Então fica ligeiro
    Por que o que é teu vai chegar

    Não enxergue o mundo pelas frestas
    Vivos e mortos estão a te rondar

    Isso é uma febre
    De todos que apontam, furtam, ladram, omitem a verdade
    Manipulam, sujos, rostos sem faces

    Isso é a febre

    Mesmo você não os vendo
    Eles estão aqui a te vigiar

    Febre
    De todos que apontam, furtam, ladram, omitem a verdade
    Manipulam, sujos, rostos sem faces

    Isso é a febre
    De todos que apontam, furtam, ladram, omitem a verdade
    Manipulam, sujos, rostos sem faces

    Vai!

    Song details

    Composition: Caio Macbeserra, Jean Patton, Vini Castellari, Baffo Neto, and Jose Roberto De Oliveira Cardoso

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