No Caminho Dos Conventos

Quarteto Coração de Potro

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    É brabo o oficio de quem é tropeiro
    Recompõe os arreios pra seguir o caminho
    As vezes mesquinho na rota dos conventos
    Pois os contratempos sempre existiam
    Pra aqueles que iam no rumo dos ventos

    Bandeando a tropa pra provincia "santa"
    O cincerro que canta na frente amadrinha
    Cruzando a linha no passo da guarda
    Pra coxilha alçada com água e pastagem
    Pra essa paragens é só subri a picada

    Ficou uma folha enredada
    Na trama do bichará
    Lembram-se antigas tropeadas
    Que nunca mais vão voltar

    Continúa después del anuncio

    Na povoa das lajens paga-se o tributo
    Ao império resoluto oprimido o povo
    Nascendo de novo ideais de guerra
    A voz da serra grita liberdade
    Querendo igualdade promete o retovo

    O comécio com o Rio Grande
    Afrontava o desterro que deu o tempero
    As "importações" procedentes
    O imposto presente 40 mil réis por cargueiro
    Então pro Rio De Janeiro mudou-se o comércio
    Mudou-se o negócio da vila crescente

    Ficou uma folha enredada
    Na trama do bichará
    Lembram-se antigas tropeadas
    Que nunca mais vão voltar

    Información de la canción

    Composición: Antônio Carlos De Lima Filho

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