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    Abre o peito e chama a tropa
    Que assoma em seu devaneio
    Venha, venha, venha boi
    Com assobios pelo meio
    Olha por cima do ombro
    E banca o pingo no freio

    É bem assim que lhe vejo
    Porque a razão me permite
    Quem já esbarrou no horizonte
    Agora tem seu limite
    Casou com a lida de campo
    E a idade fez o desquite

    A se julgar pelos feitos
    Quem poderá afinal
    Justificar tanta maula
    Levantado em pedestal
    E um índio cria da estância
    Sem nome e ser desigual

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    Depois do lombo do pingo
    O que sobra é quase nada
    Uma tapera sem sombra
    Quase no fim da estrada
    E uma lembrança remota
    Chamando bois nas tropeadas

    O avestruz não faz mais ninho
    Campeando as covas de touro
    O cusco não sai pra o campo
    Perdeu a sombra do mouro
    E a tropa é só uma quimera
    Que não tem alma nem couro

    Depois do lombo do pingo
    O que sobra é quase nada
    Uma lembrança remota
    Chamando boi nas tropeadas
    Venha, venha, venha boi...

    Información de la canción

    Composición: Osmar Proenca y Andre Teixeira

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