Bailanta Galponeira

Raça do Sul

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    Quando se enfeza, uma bailanta galponeira
    a alma campeira vem corcovendo na frente
    e a gauchada no traquejo pede espaço
    porque é no braço que se planta esta semente
    chinas bonitas vão sardiando na sala
    nada se iguala ao rodado de chita
    o "macheiro" se cutuca e se belisca
    mas sempre arrisca quando seu peito palapita

    E segue na noite na embalo da vaneira
    não tem porteira pra coração bem campeiro
    vai trejeito do balanço da morena
    pra ser serena e aurora de candieiro

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    A gaita "veía" pega a noite pela mão
    e no galpão segue levantando poera
    quando resseca a garganta do vivente
    a "branca" quenta vai empurrando a tranqueira
    é meu Ro Grande atracadito num surungo
    num fim de mundo batendo um só coração
    e nesse timbre secular nosso gaúcho
    "guenta" o repuxo cabresteando a tradição

    Información de la canción

    Composición: Dionisio Costa y Joao Pretto

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