Campo Nativo
Rafael Pueta
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Am É mais antigo que as históriasE7 desta terra Cenário de tantas guerras queAm ostentaram ideais Para a pecuária sempre foi o pão naE7 mesa Pros campeiros a certeza de seAm trabalhar em pazG7 C Hoje envenenam e vos viram sua terraE7 E aos poucos se encerra o que antesAm era pereneG7 E os pequenos produtores que oC enterramE7 Ano a ano se lamentam pela safraAm que não rendeContinúa después del anuncioF E7 E pouco a pouco ele se vaiF Depois de morto não adianta ir atrásE7 Ele é nativo, é crioulo dessa terraAm Cerros, coxilhas, banhadaisF E7 E o que esse povo não entendeF Campo Nativo no inverno se defendeE7 Pois necessita de um descanso merecidoAm Sem soja e pinus no lugar Campo Sulino guardião de fauna eE7 flora E do trator que te atora espantandoAm o gado de perto É o próprio homem exaurindo à forçaE7 bruta Uma terra que reluta pra não seAm tornar desertoG7 Este cantar não é de tempos deC outroraE7 Fala de hoje, de agora, de umAm cenário ainda existenteG7 C Não é um apelo mas apenas um alertaE7 Que cada dia desperta uma paisagemAm diferente