Malandro É Malandro, Bezerra É da Silva

Rafael Tinguinha

    Continúa después del anuncio

    Sou Bezerra da Silva malandro exemplar
    A voz do meu povo ninguém vai calar
    Num gesto de amor e igualdade social
    Canta Lins Imperial

    Sou Bezerra da Silva malandro exemplar
    A voz do meu povo ninguém vai calar
    Num gesto de amor e igualdade social
    Canta Lins Imperial

    Do morro, eu contemplo a cidade
    A janela emoldura a poesia
    Numa aquarela onde a brava resistência
    É a luz da consciência
    No alvorecer de um novo dia

    Continúa después del anuncio

    Vou descendo a ladeira
    Vejo a vida ao inverso
    Partideiros zombam da verdade em verso
    Malandragem verdadeira
    Faz do dissabor a inspiração

    Seu doutor
    É no samba que eu exponho as mazelas
    A realidade da favela
    E promessas de político caô (caô)

    A discriminação, a sogra, o vacilão
    Semente que ninguém plantou

    A discriminação, a sogra, o vacilão
    Semente que ninguém plantou

    Na cabeça o flagrante é a melodia
    Não me julgue, pois eu sou homem de paz
    A essa gente transmito alegria
    Legado que não se desfaz
    E assim transformo em verbo
    A mão que ilumina o compositor
    No barro na colina e no asfalto
    O partido alto me fez vencedor

    Información de la canción

    Composición: Marcelo Marrom, Márcio Oliveira, Luis Caxias, Gylnei Bueno, Marquinho Valério y Robinho Lins

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión