Suplício de Tântalo
Rascunay
Continúa después del anuncio
Tono:
Em7 Um desejo proibidoCm6 Aº Faz de mim meu próprio vícioAm7 B7 Em Em/D Não sei muito sobre issoC#m7(b5) Cº B7 Bm7(b5) E7 Mas do meu vício só eu seiF#m7(b5) B7 Eu tentei ser mais honestoEm Em/D C#m7(b5) Mas, confesso, fracassei.F#7(b13) Em(#5/7/9) Nada sei do que não queroF#m7 B7 E o que eu quero está mais pertoEm Em/D C#m7(b5) E ainda assim tão longeF#7(b13) Em(#5/7/9) Não além do horizonteF#m7 B7 Não na ponta do nariz.Continúa después del anuncioAm6 Cm7M Um Quixote condenadoG7M Em7/9 Pelo o que não tomo por sagradoAm6 Cm7M O silêncio que não façoEm7/9 O Silêncio que não fizAm6 Cm7M Em7/9 Nenhum céu é sempre grisF#m7(b5) B7 Em Em/D C#m7(b5) Cº E toda força tem cansaço.B7 Bm7(b5) E7F#m7(b5) B7 Em Em/D C#m7(b5) É tão fácil por a culpa em qualquer deusC7M Am7 Em7/9 G7M(6) Mas quem sabe, meu amigoC7M Am7 Em7/9 G7M(6) Se qualquer um dos erros teusC7M Am7 Em7/9 G7M(6) Seja síntese dos meus Quando a espera desespera Um minueto de AmadeusAm6 Cm7M Em7/9 Por de trás dessa neblinaF#m7(b5) B7 Em7 Olhos, lentes de ateu. Maldito ou mal bebidoEm7 Precioso vinhoAm6 Cm7M Em cálice de vidroEm7 A7 Um cálido delírioF7M Em7 Fere a garganta de sede eternaF7M Em7 E a água corre rente à goelaA7 Am7 Mas nunca nela, nunca nela...Em7/9 Nela nunca!