Bola de Meia Bola de Gude

Renata

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    Há um menino, há um moleque
    Morando sempre no meu coração
    Toda vez que o adulto balança
    Ele vem pra me dar a mão
    Há um passado no meu presente
    Um sol bem quente lá no meu quintal
    Toda vez que a bruxa me assombra
    O menino me dá a mão
    E me fala de coisas bonitas
    Que eu acredito que não deixarão de existir
    Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade
    Alegria e amor
    Pois não posso, não devo, não quero
    Viver como toda essa gente insiste em viver
    E não posso aceitar sossegado
    Qualquer sacanagem ser coisa normal
    Bola de meia, bola de gude
    O solidário não quer solidão
    Toda vez que a tristeza me alcança
    O menino me dá a mão
    Há um menino, há um moleque
    Morando sempre no meu coração
    Toda vez que o adulto fraqueja
    Ele vem pra me dar a mão

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