Passarinheiro

Renato Braz

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    Arranquei essa tirana
    Do bojo do violão
    A sorte é uma cigana
    Que escreveu na minha mão

    No meio dos seus rabiscos
    Só duas coisas eu entendo
    Correr mundo, correr risco
    E o resto é seguir vivendo

    Meu coração é um alazão passarinheiro
    Sem freio, nem ferradura
    Riscando o casco no vento

    Continúa después del anuncio

    Só por paixão ele galopa assim ligeiro
    Pois empaca que nem mula
    Diante do sofrimento

    Risquei fogo e fiz fandango
    Bem no meio do terreiro
    Meu senhor dono da casa
    Não me vendo por dinheiro
    Mas barganho pelo encanto
    Do calor e da amizade
    Em troca lhe dou meu canto
    Pra alegrar sua saudade

    Encontrei uma espanhola
    Que dançava na fogueira
    Tinha boca cor-de-amora
    E um olhar de feiticeira
    Fui me embolar com ela
    Num barranco beira-rio
    E os peixes batiam palmas
    De tanto amor que se viu
    E os peixes batiam palmas
    De tanto amor que se viu

    Información de la canción

    Composición: Pratinha y Jean Garfunkel

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