O Silêncio Que Atordoa

Revolutìo

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    A glamourização do underground da burguesia
    Apocalipse de gênero e etnia
    E o extermínio da cultura com maestria
    Em prol de ganhos baseados em covardia

    Playboy vira nóia no conforto do seu apê
    Na zona oeste de onde quase não se vê
    Crianças comendo do lixo pra sobreviver
    Virando adulto antes mesmo de aprender a ler

    E o sangue escorre, espuma, seca e deixa a marca
    Para lembrar que a violência é habitual
    Passatempo no qual você embarca
    Nesse circo de horror diário e surreal

    Caíram as mascaras
    Essa conta não fecha
    E o silêncio que atordoa
    Caíram as mascaras
    Essa conta não fecha
    E o silêncio que atordoa

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    A minha mente tá aberta
    A rotina te acordou... Levanta
    O trem lotado te espera pra você esperar
    É mais um dia agoniante e sem fim?
    Será mesmo que sempre tem que ser assim?

    Meritocracia sendo banalizada
    De certa forma não pode ser comparada
    Por quem trabalha, estuda, ajuda, não tem fim de semana
    Contra quem tem grana, sossego e porcelana

    Buscamos a saída do absurdo da situação
    Porque o kit pilantragem vem sem coração
    Então se liga e não descansa
    Até que o básico não faça mais parte da cobrança

    Caíram as mascaras
    Essa conta não fecha
    E o silêncio que atordoa
    A minha mente tá aberta
    Caíram as mascaras
    Essa conta não fecha
    E o silêncio que atordoa
    A minha mente tá aberta

    É o silêncio que atordoa
    (Nunca mais)

    Información de la canción

    Composición: João Victor Saabo Silva

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