Madrugada e Palanque

Ricardo Bergha

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    Me criei potro nestas lidas de fronteira
    Lidando com as caborteira, curando touro no laço
    E deixo o ensino pra quem vier depois de mim
    Porque Deus me fez assim e ser gaúcho é o que faço

    É madrugada arrasto as garras pro palanque
    Antes que manhã levante, hoje é segunda-feira
    A cavalhada sai da forma pra o buçal
    Já vou sovando o bocal e compondo a minha maneira

    Uma bragada sente o cheiro do serviço
    Fica com pelo de ouriço, sai com o lombo que é um anzol
    (E o tostado fazendo a volta na estância
    Troteia com elegância, pela ciência do bocal)
    (E o tostado fazendo a volta na estância
    Troteia com elegância, pela ciência do bocal)

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    Desde piazito me criei puxando potro
    Sovando basto e pelego no lombo da cavalhada
    E o que me agrada é quando um matungo veiaco
    Sai roncando, amassa o pasto, prometendo ginetiada

    Esta potrada que bota brilho na estância
    — Que seria de um gaúcho se não tivesse cavalo?
    (Por isso eu sigo neste velho ritual
    Um bagual, outro bagual, a cada canto de galo)
    (Por isso eu sigo neste velho ritual
    Um bagual, outro bagual, a cada canto de galo)

    Sou campesino, tranço corda e gineteio
    Na guitarra dou um ponteio, tenho amor no que faço
    Não sou perfeito, mas me agradaa a lida bruta
    Potrada na reculuta e gado gordo no pasto

    Me criei potro nestas lidas de fronteira
    Lidando com as caborteira, curando touro no laço
    (E deixo o ensino pra quem vier depois de mim
    Porque Deus me fez assim e ser gaúcho é o que faço)
    (E deixo o ensino pra quem vier depois de mim
    Porque Deus me fez assim e ser gaúcho é o que faço)

    Información de la canción

    Composición: Nielsen Santos, Aldrem Ferreira y Gabriel Scussiatto

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