De Domingo a Domingo
Ricardo Moreira
- A
- Bm7
- D
- E
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Tono:
A Vivem num cômodo apertado no IpirangaD De onde ele sai para vender suas bugigangasBm7 Numa banquinha na estrada dos AlvarengasE Bem perto da represa do GuarapirangaA Enfrenta o stress de motoristas se xingandoContinúa después del anuncioD Depois o sol do meio-dia na moringaBm7 Enchente numa marginal de vez em quandoE E alguns fregueses com os seus bafos de pingaD Na estação, deixa a mulher, que sai voandoBm7 Rumo à Porto Geral, ela vende miçangasE A Os dois, tão experts em tirar coringas de suas mangasD Voltam pra casa, já está escurecendoBm7 E essa é a rotina, de domingo a domingoE Fazem as contas de uma prestação vencendoA E A E antes mesmo da novela estão dormindo