Parado a balas

Risco Urbano

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    Parado a balas, as palavras.
    Ecoam no calabouço.
    De mega fone em punho
    A agita estudantes em paris
    E vimos à primavera chega ao fim.

    Para os que viveram, dela são herdeiros.
    Como pode querer matar? 68 o ano
    O mês, um karma ,e agora onde
    Enterramos tuas promessas.

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    E como o jovem quis conhecer a
    Vertigem e habita a imagem que
    Julguei ter decifrado, e como
    Um sonho as luzes das estrelas

    Se lhe choram as memórias
    Perguntas-me por que?
    As manhãs se renovam
    Sem nenhuma explicação.

    Song details

    Composition: Neto

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