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    Tens na vida a mania
    De ser diferente
    Andava a sempre a fazer pouco caso de mim
    Chegaste mesmo a dizer
    Que eu não era decente

    Mas o destino é cruel
    E a sorte é assim
    Farrapo, tu vida é um trapo

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    Quanto mais na bebida
    Tu buscas guarita
    Mas fogem de ti

    Farrapo, tu que foste tão guapo
    Hoje vive chorando
    Teu males cantando
    Fingindo que ri
    Cadê este orgulho que foi teu?
    Que até ponto desceu

    Farrapo, tu vida é um trapo
    Alguém que no teu mundo morreu

    Información de la canción

    Composición: Paulo Borges

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