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    Se hoje alguém me procurar
    Digam que não pode entrar
    Que não estou para ninguém
    Fechem-lhe a minha janela
    E mesmo que seja ela
    Digam, que não estou também

    Digam que a não quero ver
    Que não me faça sofrer
    Digam-lhe que se vá embora
    Digam que há muito morri
    Mesmo que nunca existi
    Digam que aqui ninguém mora

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    Façam o que lhes lembrar
    Digam que não pode entrar
    Que não estou para ninguém
    Que a porta ficou trancada
    Ou então, não digam nada
    Porque eu sei que ela não vem

    Información de la canción

    Composición: Frederico de Brito y Manuel De Andrade

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