D A D Num bar de Ribeirão Preto eu vi com meus olhos essa passagemBm Quando o Champenhe corria a rodoG Foi pra calar a boca desse povoD Que achava muito em não ter quase nadaA E ainda apostava por farraBm E foi pras bandas de Ribeirão PretoG Que o meu pai me ensinou mostrando um sujeitoD Que se dizia ser rei do caféA Mas não era rei nem da própria mulherG A Se o rei do gado amansou o rei do caféG A Nóis tem café, tem boi, nóis tem a soja e as muiêBm G Aô, aqui nóis é bruto de berçoD Viola e cachaça no peitoA Respeita o agro companheiroBm G Aô, aqui nóis é bruto de berçoD Viola e cachaça no peitoA Respeita o agro companheiro Aôôôôôô
Bruto De Berço
Rodrigo Morais
- A
- Bm
- D
- G
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