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    Da sacada do mirante, vejo o rio borbulhante,
    Como corre para o mar
    E na pressa de chegar, leva pedra, leva terra,
    Leva folha, leva
    E seguindo a sua trama, esse rio tem sua história.

    Quando vejo a sua água,
    Que de pura não tem nada;
    Sinto uma tristeza e junto à correnteza,
    Corre minha lágrima.

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    E amanhã com a certeza, de que o justo vira a mesa,
    Eu quero dizer;
    Que a água poluída, vai secar igual ferida,
    O rio vai reviver.
    Ver a chuva, ver a cheia, ver levante de barreira.

    Num domingo de sol quente,
    Lavo o rosto de contente,
    Pôr poder rever;
    Sua água cristalina,
    Vai encher minha moringa,
    E do rio eu vou beber... Ê,êiá...

    Información de la canción

    Composición: Murilo Romano, Rodrigo Zanc e Isaias Donizete Andrade

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