Fado do 31

Rodrigo Bueno

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    É pró fado nacional
    Pró pagode e pró banzé
    Como este não há nenhum
    Tudo bate em Portugal
    Ólari ló pistaré
    O fado do 31

    Á porta da Brasileira
    Dois tipos encontram dois
    Juntam-se os quatro e depois
    Lá começa a cavaqueira

    Agrava-se a chinfrineira
    Vai aumentando o zum-zum
    Vem bomba, rebenta, pum
    Depois mais tarde vereis
    24, 26, 29 e 31

    Ó larilólela
    Como este não há nenhum
    Tudo bate em Portugal o fado
    Do 31

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    Um homem que quer sarilhos
    Por um motivo qualquer
    Discute com a mulher
    E dá porrada nos filhos

    A sogra nos mesmos trilhos
    P'ra não ficar em jejum
    Leva depois um fartum
    Desata tudo ao biscoito
    24 28 29 31

    Ó larilólela
    Como este não há nenhum
    Tudo bate em Portugal o fado
    Do 31

    Já de manhã bem tachados
    Bebem vinho da botija
    Mamam dois copos da rija
    De quatro em dois separados

    E assim bem engraxados
    P'ra não ficar em jejum
    Viram dois copos de rum
    Vem Carcavelos e Porto
    Depois está tudo torto
    24, 28, 29 e 31

    Ó larilólela
    Como este não há nenhum
    Tudo bate em Portugal o fado
    Do 31

    Información de la canción

    Composición: João Alves Coelho y José Maria Pereira Coelho

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