Na Estrada

Rosa Amarela

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    Entre tempos do destino
    A história por fim se deu
    No amor de um povo antigo
    Que meus olhos não esqueceu
    Como simples viajantes
    Das memórias guardadas que entre nós ficou

    No calor de uma fogueira
    Segredos posso contar
    Contos de uma vida inteira
    Que me ensinou a lutar
    Entre amarelas e rubras rosas
    Aprendendo que com alegria devemos viver

    A sorte não é nada
    Quando se alimenta o medo
    Nas ruas ou nas casas
    As tendas são os becos que se viveu
    Debaixo das terras
    A verdade faz morada
    A sorte que não era nada
    Decifra os passos de quem nunca se perdeu

    Na estrada
    Onde tudo o vento leva
    Entre ruas e vales
    Leio a sorte até o amanhecer
    Porque sou uma cigana
    Sempre tenho aonde ir
    A Lua me protege desde o dia em que eu nasci
    Porque sou uma cigana
    Sempre tenho aonde ir
    A Lua me protege desde o dia em que eu nasci

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    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Desde que eu nasci
    Que é o que eu sempre fui
    Sou cigana da estrada
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Desde que eu nasci
    Que é o que eu sempre fui
    Sou cigana da estrada

    Santa Sara, abençoe os meus pés
    Maria fortaleça minha fé
    Quando o Sol se levantar
    Com o meu povo estarei
    Cantando a sorte
    E aprendendo a amar

    Santa Sara, abençoe os meus pés
    Maria fortaleça minha fé
    Quando o Sol se levantar
    Com o meu povo estarei
    De norte a sul
    Onde a alma me levar

    Na estrada
    Onde tudo o vento leva
    Entre ruas e vales
    Leio a sorte até o amanhecer
    Porque sou uma cigana
    Sempre tenho aonde ir
    A Lua me protege desde o dia em que eu nasci
    Porque sou uma cigana
    Sempre tenho aonde ir
    A Lua me protege desde o dia em que eu nasci

    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Desde que eu nasci
    Que é o que eu sempre fui
    Sou cigana da estrada (optchá)
    Ah, la-ah, lo-lê, oh (arriba)
    Ah, la-ah, lo-lê, oh (adelante, pueblo gitano)
    Ah, la-ah, lo-lê, oh
    Desde que naci
    Yo siempre me fui
    Gitana de la estrada

    Song details

    Composition: Rodrigo Di Castro and Pris Mariano

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