Cavalo à Solta

Rua da Saudade

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    Minha laranja amarga e doce, meu poema
    Feito de gomos de saudade, minha pena
    Pesada e leve, secreta e pura
    Minha passagem para o breve, breve instante da loucura

    Minha ousadia, meu galope, minha redia
    Meu potro doido, minha chama, minha restia
    De luz intensa, que após aperta
    Minha denuncia, e do que pensa que sente gente certa

    Em ti respiro, em ti eu procuro
    Por ti consigo esta força que de novo
    Em ti persigo, em ti percorro
    Cavalo à solta pela margem do teu corpo

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    Minha alegria, minha amargura
    Minha curagem de correr contra a ternura

    Minha laranja amarga e doce, minha espada
    Poema feito de dois gomos, tudo ou nada
    Por ti renego, por ti aceito
    Este corcel que não sossego a desfilar no meu peito

    Por isso digo, canção castigo
    Amendoa trava corpo alma, amante, amigo
    Por isso canto, por isso digo
    Alpendre casa, cama, arca do meu trigo

    Minha alegria, minha amargura
    Minha coragem de correr contra a ternura
    Minha ousadia, minha aventura
    Minha coragem de correr contra a ternura

    Minha alegria, minha amargura
    Minha coragem de correr contra a ternura
    Minha ousadia, minha aventura
    Minha coragem de correr contra a ternura

    Información de la canción

    Composición: Ary Dos Santos y Fernando Tordo

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